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Cinto De Segurança: Quando Trocar?

"Ana Julia" (2018-04-16)

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Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, participou do Poder e Política, programa do UOL e da "Folha" conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues. A gravação aconteceu no dia seis de agosto de 2014 no estúdio do Grupo Folha em Brasília. Paulo Bernardo Silva tem 62 anos e nasceu pela cidade de São Paulo.


É casado com a ex- ministra-chefe da Moradia Civil, Gleisi Hoffmann, candidata do PT ao governo do Paraná. Perto com ela, tem 2 filhos. Paulo Bernardo não finalizou a universidade. Cursava geologia pela Faculdade de Brasília, mas foi expulso na ditadura militar. Continuou na política como sindicalista. Trabalhou no Banco do Brasil, no Paraná, onde se filiou ao PT. Foi eleito três vezes deputado federal para representar os paranaenses. Assim como foi secretario da Fazenda de prefeitura de Londrina. Paulo Bernardo está no primeiro escalão do governo federal desde 2005. Foi ministro do Planejamento de Lula. Em 1º de janeiro de 2011, no momento em que Dilma Rousseff assumiu a Presidência, o nomeou ministro das Comunicações, cargo que ocupa até hoje. Folha/UOL: Olá, bem-vindo a mais um Poder e Política - Entrevista. Esse programa é uma realização do jornal Folha de S. Paulo e do portal UOL.


A gravação é praticada nesse lugar no estúdio do Grupo Folha, em Brasília. O entrevistado desta edição do Poder e Política é o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Folha/UOL: Olá ministro, tudo bem? Paulo Bernardo: Oi, tudo bem Fernando. Folha/UOL: Ministro, o sr. neste instante veio por aqui uma vez e conversou que se pudesse opinar seria contra políticos serem proprietários de meios de intercomunicação.


Hoje, ainda a gente ainda tem, pelas contas aí conhecidas, 39 deputados e senadores com outorgas de rádio e tv. Evoluiu essa discussão do governo sobre o que fazer com isto? Se chegou até nesse lugar é porque se interessou a respeito do que escrevi por este artigo, certo? Pra saber mais infos sobre o assunto, recomendo um dos melhores websites sobre o assunto este foco trata-se da fonte principal no cenário, visualize por aqui Leia o Conteúdo Completo. Caso necessite poderá entrar em contato diretamente com eles na página de contato, telefone ou email e saber mais. Paulo Bernardo: Olha, primeiro eu acho que essa conta tua, da Folha, que prontamente foi publicada, com certeza é subestimada já que você não tá contando deputados estaduais e não tá contando vereadores, prefeitos, vários prefeitos que têm rádios.


Eu acredito que deveria ser proibido, político com mandato não pode ter e ser proprietário de rádio de televisãLeia o Conteúdo Completo. Por um fundamento acessível, você mistura o sistema partidário-eleitoral com o sistema de autorização da informação -em razão de as rádio e televisões são concessões- e isso com certeza contamina. Você imagina numa cidade pequena onde o prefeito é o dono da principal rádio.


É evidente que isso contamina o procedimento eleitoral, contamina o método de fiscalização do poder público que a mídia faz, por isso com certeza não há dúvida que isso devia ser mudado. É um questão espinhoso. Ora, nós carecemos em algum momento sentar e acompanhar o que vamos fazer com o episódio de intercomunicação social da Constituição, que prevê várias medidas que deve ser reguladas.


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A impressão que eu tenho, não é que não tem consenso, está a milhares de quilômetros de existir um consenso sobre no governo. Fernando, você localiza que isso não tem ação no governo? Prontamente mesmo o PT queria botar no programa de governo da presidenta Dilma. O cenário que o senhor fala é uma nova regulamentação? Contudo o senhor não enxerga espaço para negociar e tentar criar um consenso num futuro próximo? Irei te dar um exemplo. Até dois anos atrás a Grã-Bretanha era argumentada como um grande modelo de autorregulação, neste instante existia uma autorregulação.


Resultado: fizeram uma alteração forte lá, forte. É possível que aconteça alguma coisa. Eu acho que necessita ter uma mudança na cabeça dos congressistas, principalmente, de que é relevante fazer isto. É fundamental fazer isto, é democrático. Uma alteração pela cabeça dos congressistas, dessa maneira vai ser dificultoso. Eu não entendo. A gente tem uma eleição já, a gente tem um debate público, o Congresso muda às vezes radicalmente de avaliação dependendo da circunstância. Acho que não é inaceitável não. Continuar por esse assunto de mídia ainda.



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