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Trégua Na Chuva Permite Reforma De Barragem No PI

"Pedro Enzo" (2018-06-18)

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A chuva deu uma trégua no Estado do Piauí, ajudando a adiantar a reforma em uma das barragens do Estado que acabou transbordando pela semana passada, prejudicando mais de cem famílias, segundo dados do governo estadual. Os trabalhos de reparos no recinto estão sendo realizados com a máxima intensidade e seguindo orientações do projetista da barragem, o engenheiro Luiz Hernane.


Um dique de proteção está sendo finalizado, o que vai evitar que as águas penetrem pela parede de concreto. Além do mais, está sendo feito um reforço no pedaço da parede que rompeu e máquinas trabalham na recuperação do acesso à barragem, onde as chuvas e a forte pressão das águas provocaram uma erosão. Os reparos se estendem ainda ao canal por onde escoam as águas que transbordaram.


Com as experctativas positivas, as famílias ribeirinhas removidas precisam voltar para tuas casas por intermédio da quinta-feira. Enquanto isso, equipes da Polícia Militar e Bombeiros vão coordenar uma ação que deve permitir a visita de certas pessoas aos locais onde moram, para examinar os pertences, animais e casa. A barragem de Algodões I transbordou na última quinta-feira, depois de ameaça de rompimento, segundo sugestões da Coordenadoria de Comunicação Social do governo do Estado. Para visualizar pouco mais deste questão, você pode acessar o blog melhor referenciado desse tópico, nele tenho certeza que localizará outras referências tão boas quanto estas, olhe no link desse site: página da web de origem. O volume de água, segundo a coordenadoria, ultrapassou a perícia da barragem, que é de 52 bilhões de litros, por conta das chuvas das últimas semanas no Estado.


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A partir de estudos histológicos estima-se que a superfície total da membrana respiratória tenha área de aproximadamente cinquenta a 100 metros quadra-dos no adulto normal. Os principais fatores que a velocidade da difusão ga-sosa pela membrana respiratória são a espessura da membrana, a área fraco da membrana, a velocidade de difusão do gás e a diferença de pressão entre os dois lados página da web de origem membrana. No momento em que o sangue arterial alcança os tecidos periféricos, sua pressão parcial de oxigênio é superior do que a pressão parcial de oxigênio no líquido intersticial.


Essa gigantesco diferença de pressão razão a difusão muito rápida do oxigênio do sangue para os tecidos. Quando o oxigênio é utilizado pelas células, a maior quantidade dele é transformada em dióxido de carbono e este au-menta a sua pressão parcial intracelular. Logo depois, o dióxido de carbono se difunde das células pros capi-lares teciduais e depois é levado pelo sangue para os pulmões, onde se di-funde dos capilares pulmonares pros alvéolos. Geralmente, cerca de 97% do oxigênio transportado dos pulmões pros tecidos é carregado em combi-nação química com a hemoglobina nas hemácias, e os 3% restantes são trans-portados dissolvidos na água do plasma e das células.


Assim, em condições normais, o oxigênio é transportado para os teci-dos quase completamente pela hemoglobina. No momento em que a pressão parcial de oxigênio está alta, como nos capilares pulmonares, o oxigênio de liga com a hemoglo-bina, no entanto no momento em que a pressão parcial de oxigênio está baixa, como nos capila-res teciduais, o oxigênio é liberado da hemoglobina. Esta é a apoio pra quase todo o transporte de oxigênio dos pulmões para os tecidos. Perante condições normais, a velocidade de utilização de oxigênio pelas células é controlada, em última análise, na velocidade de consumo energé-tico dentro das células, isto é, pela velocidade com que o ADP é produzido pelo ATP.


O monóxido de carbono se combina com a hemoglobina no mes-mo ponto onde o oxigênio se associa e, por conseguinte, podes deslocar o oxigênio da hemoglobina. Além disso, ele se liga à hemoglobina com 250 vezes mais firmeza que o oxigênio. Um paciente gravemente envenenado com monóxido de carbono podes ser adequadamente tratado administrando-se oxigênio puro, dado que o oxigênio em altas pressões alveolares desloca o monóxido de carbono mais mais rápido do que o oxigênio perante baixa pressão atmosférica. Todavia, a reação deste ácido com os tampões do sangue impede que a concentração de íons hidrogênio aumente muito (e que o pH desça muito). O centro respiratório é composto de abundantes grupos de neurônios loca-lizados bilateralmente no bulbo e pela ponte.


O grupo dorsal respiratório de neurônios desempenha um papel funda-mental no controle da respiração. Ele se estende ao longo da maior quantidade do comprimento do bulbo. Todos ou quase todos os seus neurônios estão locali-zados no núcleo do tracto solitário, ainda que neurônios adicionais da subs-tância reticular adjacente ao bulbo provavelmente também desempenhem papéis significativas no controle respiratório. O núcleo do tracto solitário assim como é uma terminação sensorial dos nervos vago e glossofaríngeo, que transmitem sinais sensoriais dos quimio-ceptores, dos baroceptores e de imensos diferentes tipos de receptores pul-monares pro centro respiratório.


O ritmo essencial da respiração é gerado principalmente no grupo dorsal respiratório de neurônios. Mesmo quando to-das as terminações nervosas periféricas que entram no bulbo são seccionadas e o tronco encefálico bem como é seccionado acima e abaixo do bulbo, este grupo de neurônios ainda emite, repetitivamente, potenciais de ação inspi-ratórios. A causa básica dessas descargas repetitivas, contudo, ainda é desconhe-cida. O sinal inspiratório acontece "em rampa", começando-se muito fraco e aumentando progressivamente por cerca de 2 segundos.


Posteriormente, cessa abruptamente por cerca de 3 segundos e permite a retração elástica da caixa torácica e dos pulmões causando a expiração. O centro pneumotáxico limita a duração da inspiração e aumenta a freqüência respiratória. O grupo ventral de neurônios permanece quase totalmente inativo du-rante a respiração normal em repouso. Quando há indispensabilidade de altos níveis de ventilação pulmonar, essa área opera mais ou menos como um mecanismo multiplicador. Assim, o grupo ventral é especialmente interessante na respiração forçada.


O último intuito da respiração é manter as concentrações adequadas de oxigênio, dióxido de carbono e íons hidrogênio nos tecidos. Desse modo, é relevante que a atividade respiratória seja altamente responsiva às varia-ções de cada um desses elementos. O excesso de dióxido de carbono ou de íons hidrogênio circunstância acrescento na intensidade dos sinais inspiratórios e ex-piratórios para os músculos da respiração.



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