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"Maria Livia" (2018-06-15)

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A mídia (não chapa-branca) noticia mais uma lambança com dinheiro público: o BNDES e a Caixa Econômica Federal (CEF) patrocinaram evento do MST em Brasília. Supremo Tribunal Federal e deixaram 30 policiais feridos. No tempo em que milhares de brasileiros, por inexistência de dinheiro, não têm condições de notar a capital do Nação, os desocupados irão lá no momento em que querem. Quem financia viagens, bandeiras, bonés, celulares, alimentação? Neste instante sabemos que, ao menos em parte, somos nós mesmos. O que é que o BNDES e a CEF têm que observar com isto? Por que dar dinheiro público que ausência ao SUS e às Santas Casas, por exemplo?


E mais: conforme o Estadão de domingo (A12), amplo cota, se não a maioria, dos assentados vende a terra recebida ao agronegócio. Em novas frases, eles realizam manifestações (quase Relacionados Home Pages a toda a hora não pacíficas), recebem terras, dinheiro para assentamento, "bondades" como Bolsa Família e simplesmente vendem a terra a terceiros. Daí partem para procurar facilmente mais dinheiro público, estão aí o (des)governo lulopetista, autarquias e corporações públicas prontos para financiá-los. Ou seja, pobres de nossos filhos e netos! Não há dinheiro público Relacionados Home Pages que chegue para este desgoverno repartir a grupos de teu interesse.


Lemos a notícia de que aquele tumulto e a quebradeira proporcionados pelo MST em Brasília, com 32 pessoas feridas, entre elas trinta policiais, foram financiados pela CEF e pelo BNDES. E o mais dramático é que este dinheiro escorreu dos cofres públicos sem os trâmites legais de licitação, com a enganação de que serviria para financiar o evento do 6.º Congresso Nacional do MST.


Quem de cara limpa consegue dinheiro destas entidades financeiras com tanta facilidade? Quem controla a saída, o devido emprego e a devolução desses empréstimos aos bancos públicos? Por que os líderes do MST, em vez de reivindicar mais terras pro homem do campo, não "trabalham a cabeça" dos que imediatamente receberam seus lotes pra que produzam e não os vendam? Muito oportuna a reportagem Assentados vendem terra ao agronegócio (23/2, A12).


O conteúdo não é novo. No governo Juscelino Kubitschek, de que participei elaborando projetos na área, executamos com sucesso o plano piloto de reforma agrária. Fizemos 32 núcleos de reforma, tudo em três milhões de hectares. Demos aos assentados a terra, fração da destoca, residência, sementes e assistência técnica. Tudo sem estrondo e sem invasões. Acabei de lembrar-me de outro blog que Relacionados Home Pages assim como pode ser útil, veja mais sugestões por esse outro artigo Relacionados Home Pages, é um ótimo website, acredito que irá adorar. Desse modo, do petróleo extraído pela Petrobrás na Bacia de Campos cinquenta por cento é água? Assim sendo os investidores sumiram.


Há anos, no momento em que Hugo Chávez fez um alerta razoável ao Brasil de que nossas reservas brevemente acabariam se não houvesse investimento pesado, achamos ficção. E não é que o "passarinho" tinha desculpa? O pré-sal, tão alardeado em campanha por Lulla, jaz sem fazer nem ao menos água, imagine tornar o Brasil autossuficiente em petróleo. Perante a batuta do PT, perdemos mais de uma década também desse quesito. Acorda, Brasil, que até o nosso petróleo neste instante virou água!


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Se dentre os principais motivos deste malogrado mix estão a má gestão e a inexistência de investimentos em tecnologia, de fato concluo que o governo pode até ter tentado acabar com a inflação, no entanto o que acabou mesmo foi a Petrobrás. Aguardamos a próxima mágica para ressuscitar a corporação. Um barril de água para cada barril de petróleo? É o pré-sal virando salmoura.


Escrevam com piche na parede: o pré-sal implodirá antes de ter sido. Com as novas técnicas de fraturamento de rochas de xisto nos Estados unidos - e claro que serão seguidos por inmensuráveis outros países -, em, no máximo, dez a 12 anos o barril de petróleo custará a metade do preço atual. Árabes, russos e venezuelanos irão implorar para que comprem o teu óleo em década e meia. Isto tudo tornará inviável o caríssimo petróleo do nosso decantado e onírico pré-sal.


Asneira maior cometerá este governo do PT - Partido Totalitário - se autorizar a exploração do xisto pela Bacia do Paraná. Será que esquecem que existe lá o superior aquífero do universo, o Guarani? Não esqueçam de que ele abrange outros países e poderíamos sofrer sanções jurídicas internacionais. Em cinquenta anos a água valerá mais do que qualquer hidrocarboneto. Ouso recomendar a investigação do craqueamento de rochas de xisto em locais sem mananciais vitais, como no semiárido, como neste instante comprovada a tua existência. Rico em minerais logo na superfície, absorveria diversas indústrias de cerâmica, vidro e até terras raras estratégicas. Com a frase os doutos palacianos.



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