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Manejo Do Solo E Sistema De Plantio

"Paulo Thomas" (2018-06-02)

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O arroz irrigado pela localidade subtropical do Brasil tem sido cultivado, nos dias de hoje, em 5 sistemas de cultivo: sistema habitual (SC), cultivo mínimo (CM), plantio direto (PD), pré-germinado (PG) e transplante de mudas . Nos três sistemas mencionados inicialmente, o arroz é semeado em solo seco, no tempo em que que nos outros, a semeadura e o transplante Continue Lendo de mudas ocorrem em solo submerso.


O manejo ou preparo do solo requerido para cada sistema apresenta características próprias. Sendo estas mais idênticos no PG e no TM. A credibilidade desses sistemas para o arroz irrigado, na região subtropical, pode ser avaliada na área cultivada de arroz com cada um. Independentemente do sistema de cultivo adotado, a promoção de adequado manejo pós-colheita da área é imprescindível. É preciso estar ligado à umidade do solo, dado que, no SC de cultivo, quando as operações são realizadas com condições de solo muito seco o número de operações aumenta, do mesmo jeito que, o gasto nesse produto de desembolso.


Por outro lado em condições de excedente de umidade as operações conseguem causar danos à estrutura do solo. Indico ler pouco mais a respeito por meio do web site Continue Lendo. Trata-se de uma das melhores fontes a respeito esse questão na web. A primeira atividade consiste no desmanche das taipas da safra anterior, geralmente efetuado com a própria entaipadeira, ou, na falta dessa, com grades, arados e/ou lâminas frontais. A acompanhar é atingido o preparo primário que consiste em operações que visam principalmente à eliminação e/ou enterrio da cobertura vegetal normalmente praticada com grade aradora e, mais duvidosamente, com arados de disco ou de aiveca. O preparo secundário do solo pode ser determinado como o conjunto das operações fracos subsequentes ao preparo primário.


  • Agarrapé - Norantea adamantium Camb. (MARCGRAVIACEAE)

  • Afastar da área de criação as ferramentas defeituosas, danificadas ou improvisadas

  • Algodão-do-campo - Cochlospermum regium (Mart. & Sch.) Pilg. (COCHLOSPERMACEAE)

  • Lei Nº 6664/79, de 26/06/1979 - Obediência a profissão de Geógrafo e oferece novas providências

  • Mistura betuminosa em betoneira 0,80

  • índice de toxidade (IT)

  • 18 X trinta 3,4 X 67,oitenta

  • oito Realizar as determinações deste edital

Estas visam o destorroamento, o nivelamento do terreno, à incorporação de herbicidas (se for o caso) e à exclusão de plantas daninhas no começo de seu desenvolvimento. Isto propicia a simples colocação da semente no solo, assim como este a tua cobertura, montando um lugar favorável ao desenvolvimento inicial das plântulas. Em geral, as grades de discos e as de dentes, juntamente com as plainas, são os implementos mais empregados no preparo secundário do solo.


Uma das etapas do preparo secundário do solo pra cultura do arroz irrigado expõe-se à sistematização do solo, a qual será abordada em Capítulo específico. Outro implemento que poderá ser utilizado no preparo do solo para o cultivo do arroz irrigado é a enxada rotativa, que executa numa só operação, as duas etapas de preparo (lavração e gradagem).


No entanto, a alta rotação das enxadas provoca fortes impactos contra o solo, desintegrando quase totalmente os agregados de maior tamanho, resultando-os instáveis e sujeitos aos processos erosivos, determinando que não se recomende o exercício continuado desse implemento numa mesma área. A semeadura podes ser consumada a lanço com semeadoras/adubadoras conjugadas ou não, ou em linha com semeadora/adubadora apropriadas, que colocará o adubo e a semente localizada.


Neste sistema de cultivo alguns produtores utilizam um rolo compactador após a semeadura, de forma a cooperar a uniformização da urgência das plântulas e invasoras. A adoção do PD e do CM na cultura do arroz irrigado na Localidade Subtropical do Brasil, teve como objetivos o controle do arroz-vermelho, o melhoria da inteligência produtiva do solo e redução de custos na implantação da lavoura.


Nas variantes mais utilizadas no arroz irrigado, PD, com preparo de solo no verão, e CM, com preparo do solo na primavera, acontece um revolvimento reduzido do solo, antecipado à semeadura da cultura. Assim como, a rotação de culturas é uma prática que vem sendo incrementada nos solos de várzea. No PD em que há sucessão arroz/arroz, o preparo do solo é produzido nos meses de janeiro a março (preparo de verão) e, geralmente, compreende uma aração, duas gradagens e aplainamento. Não existe a necessidade de desmanchar por completo os torrões, porque, como a semeadura do arroz é consumada depois de alguns meses, esta tarefa é completada pelas chuvas de inverno.


No CM, as operações de preparo do solo são similares às realizadas no PD, diferindo apenas na época de promoção, porque essas ocorrem do conclusão do inverno ao começo da primavera, de 60 a quarenta e cinco dias antes da semeadura. Quando o arroz irrigado é cultivado no sistema PD, em rotação com culturas como a soja, prática que vem aumentando a sua utilização em várias áreas de várzea do RS, o preparo do solo tem sido dispensado.


Sendo assim, o sistema PD utilizado em áreas de várzea se assemelha àquele praticado em solos altos. No PD, depois do preparo do solo é aconselhável a implantação de uma forrageira de inverno, sendo o azevém a mais utilizada (Figura três). Novas espécies, como aveia preta (Avena strigosa Schreb), trevo persa (Trifolium resupinatum L. cv. Lotus subbiflorus Lag. cv. No momento em que não houver interesse, ou escolha, de uma exploração mais racional da pecuária, a cobertura vegetal será capaz de ser composta pelas plantas que se estabelecerem naturalmente após o preparo do solo (flora de sucessão). No CM a cobertura é desenvolvida pela flora de sucessão que venha se estabelecer Continue Lendo depois do preparo do solo, predominando, geralmente, arroz-daninho e o capim-arroz.


Pro cultivo do arroz irrigado, em tal grau no CM, como no PD, duas a 3 toneladas de matéria seca são suficientes para que se tenha uma adequada cobertura pra colocação. Quantidades maiores, além de dificultarem a evaporação da água do solo, são capazes de gerar ácidos orgânicos em níveis tóxicos à germinação e emergência do arroz. Na dessecação da cobertura vegetal devem ser empregados, essencialmente, herbicidas sistêmicos de ação total.


Por não serem seletivos, atuam em plantas anuais ou perenes, e em folhas largas e estreitas. Como não possuem atividade no solo, possibilitam, após a aplicação, a semeadura de cada cultura na área tratada. Os herbicidas dessecantes de ação total mais utilizados no CM e no PD são o glifosato e o sulfosato. Para plantas anuais são utilizadas dosagens de 2 a 4 L ha-1, sempre que que pra plantas perenes necessita-se usar uma dose maior, entre quatro e 6 L ha-1. Essas variações de doses estão relacionadas, principalmente, às espécies de plantas presentes pela área, às condições nas quais essas se encontram e ao teor de umidade do solo.



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