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Como O MST Tornou-se O Maior Produtor De Arroz Orgânico Da América Latina

"Ana" (2018-06-08)

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Prontamente, aos 54 anos, Vedovatto testemunha o MST tornar-se o maior produtor de arroz orgânico (sem agrotóxicos) da América Latina — em uma nova fase do movimento, que é alvo de defesas e considerações identicamente apaixonadas. O agricultor era um dos dois.000 sem-terra presentes pela 14ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz Agroecológico no RS, em 17 de março, a vinte e cinco km de Porto Contente.


Nesta primeira semana de maio, o movimento organizou, em São Paulo (SP), a 2ª Feira Nacional da Reforma Agrária, com exposição da realização de acampamentos e assentamentos. Para a safra do arroz orgânico de 2016-2017, o MST estima a colheita de mais de 27 1 mil toneladas, produzidas em vinte e dois assentamentos diferentes, envolvendo 616 famílias gaúchas. Também serão produzidas 22.260 sacas de sementes, que não são transgênicas.


A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), órgão do governo federal, não diferencia a produção orgânica da convencional (com agrotóxicos e outros aditivos químicos) em sua estimativa atual de safra. Porém o Irga (Instituto Riograndense do Arroz), do governo gaúcho, confirma que o MST é, no momento, o maior produtor orgânico do grão da América Latina. O movimento exporta trinta por cento de sua elaboração, segundo Emerson Giacomelli, coordenador do Grupo Gestor do Arroz Agroecológico do MST.


Um dos responsáveis na exportação é o zootécnico Anderson Bortoli, quarenta e um, da corporação Solstbio, da cidade de Santa Maria. A organização - sem ligação institucional com o MST — compra o arroz orgânico de três assentamentos gaúchos e exporta-o para Estados unidos, Alemanha, Espanha, Nova Zelândia, Noruega, Chile e México. Bortoli coleta amostras do arroz nos silos e envia pra Bélgica para análises que asseguram que não contenha nenhum agrotóxico e, assim, obtém as certificações de artefato orgânico. Margarete Simon Ferretti (PT).


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Os quatro 1000 alunos das 16 escolas municipais consomem alimentos orgânicos adquiridos na prefeitura diretamente dos agricultores. E os produtores de arroz orgânico trabalham no sistema de cooperativa e recebem, de acordo com Giacomelli, 15 por cento a mais do que agricultores usuais. João Pedro Stédile, coordenador nacional do Movimento Sem Terra, em entrevista à Confira BBC Brasil. Caetano De'Carli Viana Costa, professor da UFRPE (Instituição Federal Rural de Pernambuco) que estudou essa mudança do MST. O modelo agroecológico, segundo Stédile, é antagônico ao do agronegócio em razão de este último "visa o lucro a qualquer custo, utilizando agrotóxicos, transgênicos e maquinário, o que afasta os trabalhadores rurais do campo".


De um lado, essa nova fase do movimento gera críticas de quem encontra que ele deixou de lado tua pauta original para sucumbir às demandas do mercado cliente. Adriano Paranaiba, mestre em Agronegócios pela UFG (Faculdade Federal de Goiás) e diretor de ensino e procura do ILJ (Instituto Independência e Justiça). De outro, há quem critique as táticas convencionais de invasão de terras, entretanto olhe com bons olhos o avanço pela geração de orgânicos.


Paulo Ricardo de Souza Dias, presidente da Comissão de Tópicos Fundiários da Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Enorme do Sul). Procuradas pela BBC Brasil para comentar a posição do MST, a SRB (Nação Rural Brasileira) e a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), que representam o agronegócio, não quiseram se manifestar. Pela teoria, os sem-terra invadem áreas improdutivas e desocupadas, o governo assim sendo indeniza os proprietários das terras, pagando o valor da área, e, apesar de tudo, oferece a posse aos camponeses.


Esse modo, vale recordar, não é sempre que é pacífico. Segundo o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), o Brasil tem 9.355 assentamentos. Nas contas do MST, a nação tem 1,um milhão de famílias assentadas e 130 mil famílias acampadas (sem a posse sensacional da terra). Stédile é ainda mais crítico ao governo de Michel Temer (PMDB), graças a da extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário.


À BBC Brasil o Incra considerou que a extinção da pasta não prejudica as políticas voltadas para os assentamentos por causa de foi criada a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário. O decreto presidencial é uma das últimas etapas da constituição de um assentamento. Antes de serem assentados, os sem-terra passam pelos acampamentos. É nesta fase que ocorre o maior número de desistências, conta Cedenir de Oliveira, trinta e oito, da coordenação estadual do MST.


Sem água encanada, eletricidade e morando em barracas, várias famílias não aguentam esperar pela desapropriação. Se você gostou nesse artigo e gostaria receber maiores infos a respeito do tema relativo, veja por esse link Confira mais fatos, é uma página de onde inspirei boa quantidade dessas dicas. Nilce de Oliveira, de 40 anos, é uma das que aguardam: saiu de Guarujá (SP) com o marido e dois filhos. Eles são acampados pela cidade de Charqueadas, a quarenta km de Porto Sorridente. Além desta precariedade, outra charada constantemente envolvendo os assentamentos é a dureza no campo. Lideranças sem-terra dizem conviver com ameaças de morte e execuções de integrantes. Em 19 de abril deste ano, nove homens sem-terra foram assassinados em um assentamento no ramo de Colniza, no Mato Grosso.


As vítimas foram amarradas e torturadas antes de serem mortas. A suspeita é que capangas de fazendeiros da localidade tenham cometido os crimes. Em 25 de abril, um dirigente do MST foi assassinado em moradia, no Assentamento Autonomia, em Minas Gerais. Relatório da CPT (Comissão Pastoral da Terra) indica que 59 pessoas foram falecidas em 2016 por defender a reforma agrária e bem como áreas indígenas. O número é maior do que o inscrito em 2003, ano com 71 mortes no campo. Durante o tempo que a brutalidade no campo persiste, o MST espera que a criação de orgânicos seja adota em outras regiões do Povo. Emerson Giacomelli, de 43 anos, começou a montar a técnica de manejo do arroz orgânico do MST há 15 anos.


Vale mencionar que é possível verificar no decorrer de todo o texto legislativo iniciativas, ações, políticas, que se coadunam com a definição acima elucidada. Tais são os exemplos da logística reversa, da reciclagem, da responsabilidade compartilhada pelo passo do produto, práticas de reutilização entre novas. A dignidade humana esculpida no art. 1º, inciso III é outro considerável mecanismo de inigualável importância para a circunstância ambienta que, por elementar, guarda relação necessária com o consumo sustentável.


Essa se constitui em uma característica do ser humano sem a qual seria impossível distinguir o individuo a condição de pessoa. Percebe-se com isso que a charada do consumo sustentável não se limita a práticas com vistas a encurtar a extração de recursos naturais, mas bem como visa democratizar o consumo buscando atender as necessidades de todos, tendo como exemplo, de alimentação. Também, a charada se envolve com a segurança do consumo e outras normas congêneres. Assim sendo, entende-se, dessa maneira, que o consumo sustentável tem a meta última de resguardar a vida humana com dignidade.



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