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Os 15 Remédios Caseiros Para Aliviar A Indigestão

"Patricia" (2018-03-06)

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Logo você receberá os melhores conteúdos em teu e-mail. Os Nahmads insistiram, num tribunal federal e num do Estado de Nova York, que o quadro não pertencia à família. A dona era uma corporação offshore chamada International Art Center, registrada por uma pouco conhecida banca de advocacia panamenha. Porém, registros secretos obtidos pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (Ciji), pelo jornal alemão Süddeutsche Zeitung e por outros automóveis de mídia sugerem que a declaração da galeria é um truque desenvolvido para camuflar os verdadeiros donos do quadro.


Os registros, mais de onze milhões de documentos, vieram dos arquivos internos da Mossack Fonseca, uma organização panamenha de advocacia especializada em elaborar estruturas corporativas que são capazes de ser usadas para ocultar bens. Datados de 1977 a 2015, os arquivos acrescentam a maior apreensão de dicas internas sobre conexões entre o comércio internacional de arte e jurisdições offshore secretas. Os documentos notabilizam uma atividade fracamente regulamentada em que o anonimato é regularmente usado para blindar todo tipo de comportamentos questionáveis.


A família Nahmad vem controlando o International Art Center (IAC), empresa baseada no Panamá, há mais de 20 anos, segundo os registros. A organização é cota primordial dos negócios de arte dos Nahmads. David Nahmad, chefe da família, é o único dono do IAC desde janeiro de 2014. Seu advogado, Richard Golub, quando confrontado com a documentação revelando que a família possuía o IAC, alegou ser "irrelevante quem é o dono da companhia. O que importa no caso são as acusações.


O queixoso pode prová-las? A questão central, disse Golub, é se o neto tem provas de que esse quadro específico foi roubado de teu avô. Apesar dos anos de competição jurídica, essa charada recebeu pouca atenção de um juiz, uma vez que as duas partes continuam guerreando a respeito quem é o dono da tela. Entre outros famosos colecionadores de arte com companhias registradas por meio da Mossack Fonseca estão o clã espanhol Thyssen-Bornemisza, o magnata chinês do entretenimento Wang Zhongjun e a neta de Picasso Marina Ruiz-Picasso. Wang Zhongjiun não respondeu a um pedido pra comentar a revelação.


Marina não quis expressar. Brojia Thyssen, por seu advogado, reconheceu possuir uma organização offshore, entretanto devidamente declarada à receita espanhola. Os registros da Mossack Fonseca mencionam arte suficiente pra encher um baixo museu. Os documentos evidenciam vendedores e clientes de arte usuários dos mesmos obscuros meandros do sistema financeiro global usados por ditadores, políticos, fraudadores e outros, que se beneficiam do anonimato proporcionado por estas zonas secretas. Em anos novas, à quantidade que os preços de arte subiam dramaticamente, transações vêm sendo frequentemente obscurecidas pelo emprego de organizações offshore, testas de ferro, zonas de livre-comércio, leilões manipulados e vendas privadas.


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Se bem que o segredo possa ser usado para evitar publicidade, definir a apresentação bacana ou facilitar operações por intermédio de fronteiras, podes também ser empregado com propósitos nefastos, como escapulir de impostos ou ocultar histórias sobre o assunto propriedade duvidosa. Uma vez que equipamentos de arte são com facilidade transportáveis, caros e insuficiente regulamentados, as autoridades temem que sejam usados com periodicidade para lavagem de dinheiro.


Boom'. O atual boom do mercado - e sua conexão com zonas de segredo do sistema financeiro - proporciona mais evidências sobre o espetacular desenvolvimento do número de super-ricos. A arte se tornou um valioso jeito para uma elite global agoniada por socorrer seu dinheiro em portos seguros e discretos. Art Market Report, com amplo crescimento do comércio das peças mais caras.


O que mais impulsiona o mercado de arte é a riqueza acumulada" diz Michael Moses, da Beautiful Asset Advisors, que acompanha o comércio de arte. Cerca de metade das transações com arte são privadas, entre vendedores e clientes, calcula a Art Market Report. Há poucas informações sobre o assunto este comércio. O restante é feito em leilões públicos, que oferecem transparência no que tange aos preços, todavia ainda permite a vendedores e compradores se manterem em segredo, segundo Moses. No momento em que uma obra de arte muito valiosa muda de dono, ela com periodicidade vai parar numa zona de livre-comércio conhecida como freeport. Indico ler um pouco mais sobre isso por meio do website Deca. Trata-se de uma das melhores fontes sobre o assunto este cenário na web. Uma vez que a peça esteja aí, os proprietários não pagam taxas de importação ou alfândega.


Críticos da prática temem que o sistema freeport possa ser usado para dar no pé de impostos ou lavar dinheiro, uma vez que valores precisos e as transações não conseguem ser rastreados. Segundo a organização de serviços internacionais Deloitte, 42 por cento dos colecionadores que ela assessora admitem que poderiam usar um freeport. O mais velho desses freeports, com o maior volume de obras de arte, fica em Genebra. Comenta-se que em teu complexo de armazéns haja tesouros suficientes pra rivalizar com qualquer museu do universo.


A Natural Le Coultre, organização de domínio de Yves Bouvier, aluga quase um quarto do espaço do freeport de Genebra. Bouvier é assim como proprietário majoritário de freeports em Luxemburgo e Cingapura e consultor de um em construção em Pequim. Essas propriedades lhe valeram o título de "rei dos freeports". Mas são as atividades de Bouvier como intermediário em negócios privados que o tornaram popular no mundo das artes - e alvo de processos. O bilionário russo Dmitri Rybolovlev tem ações contra Bouvier em Mônaco, Paris, Hong Kong e Cingapura, acusando-o de inflar fraudulentamente os preços de quadros antes de vendê-los. Após pesquisar as queixas, um juiz de Cingapura levantou o congelamento de bens de Bouvier e um de Hong Kong fez o mesmo.


Bouvier nega terminantemente as acusações. Não surpreendentemente, dado o número de multimilionários e negociantes de arte que usam os serviços da Mossack Fonseca, Bouvier e Rybolovlev são clientes da organização. Os registros da Mossack Fonseca salientam a existência de no mínimo 5 companhias ligadas a Bouvier, apesar de nenhuma delas esteja relacionada ao caso Rybolovlev, que tem duas empresas no rol da Mossack Fonseca.



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