Reader Comments

A Bomba Atômica Que Os EUA Perderam Na Espanha

"Maria Melissa" (2018-06-02)

 |  Post Reply

minha página da web

Numa manhã ensolarada de 1966, 2 jatos da Força Aérea americana colidiram e derrubaram quatro bombas nucleares perto do vilarejo de Palomares, no sul da Espanha. Não houve uma explosão nuclear, porém plutônio foi espalhado numa área ampla. Quase 5 décadas depois, a Espanha pede aos EUA que termine a limpeza do local. Os EUA chamam as bombas nucleares que se perdem de "Broken Arrows" (setas quebradas). No dia 17 de janeiro de 1966, Palomares obteve quatro delas. A nove.500 metros de altura, um bombardeiro americano B-52 colidiu com um avião-tanque KC-135 durante um serviço de reabastecimento aéreo de rotina e se rompeu.


3 das bombas-H do bombardeiro caíram no entorno de Palomares, e uma quarta caiu a 5 quilômetros da costa, no Mediterrâneo. O acidente não provocou nenhuma vítima em solo, contudo os quatro ocupantes da aeronave-tanque e três dos 7 ocupantes do B-52 faleceram. Os demais conseguiram se Visite essa url ejetar e pousar com paraquedas. Em 1966, Palomares não tinha água encanada e possuía somente um telefone, mas os céus da localidade eram cruzados diariamente pelas máquinas de guerra mais modernas do mundo. Era o auge da Luta Fria.


Em uma operação de apelido Chrome Dome (Cúpula de Cromo, em tradução livre), os Estados unidos mantinham entre 12 e vinte e quatro bombardeiros B-52 no ar vinte e quatro horas por dia, em uma tentativa de conter um possível ataque soviético. Havia diferentes rotas de voo para os B-52 em diferentes partes do mundo. Você podes ansiar ver qualquer coisa mais profundo relacionado a isso, se for do teu interesse recomendo acessar o blog que originou minha postagem e compartilhamento destas infos, olhe visite essa url e veja mais sobre isto. O B-52 envolvido no incidente de Palomares estava voando na rota do sul, em um circuito a partir de tua base na Carolina do visite essa url Norte e em redor do Mediterrâneo.


O avião-tanque havia partido de uma apoio próxima, na Espanha, para reabastecer o bombardeiro antes de seu regresso aos EUA. O efeito do imprevisto poderia ter sido incomensuravelmente pior se as bombas estivessem armadas. Por sorte não estavam, deste modo não houve explosão nuclear. Em hipótese, os paraquedas conectados às bombas deveriam ter ajudado a baixá-las suavemente ao chão, evitando cada contaminação. Todavia dois dos paraquedas não abriram.


  • No caso de grandes irão tem que-se de emprego de fechos perimétricos
  • Vestuário Feminino
  • São Paulo
  • Como deve ser feito esse controle? (direção sobre o assunto como escolher e colocar as iscas)
  • cem SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO Serviço -

Poucos dias depois da colisão, a praia de Palomares ficou a base para uma amplo operação militar envolvendo cerca de 700 homens da Força Aérea americana e cientistas. O objetivo deles era localizar as bombas e protegê-las. As duas que caíram sem a proteção dos paraquedas se romperam com o impacto, espalhando poeira radioativa de plutônio altamente tóxica - um grande risco à saúde de cada um que a inalasse.


Barbara Moran, autora do livro The Day We Lost the H-Bomb ('O dia que Perdemos a Bomba-H'). Eles retiraram as três polegadas superiores do solo, fecharam a terra em barris e enviaram pra um depósito nos EUA. Conforme o trabalho de limpeza avançava, as autoridades dos EUA e da Espanha tentavam convencer o universo de que não havia perigo. O embaixador americano Biddie Duke até voou de Madri pra localidade pra um mergulho no mar em frente às câmeras de Tv.


Quando questionado por um repórter se havia detectado radioatividade na água, Duke respondeu com uma risada: "Se isto é radioatividade, eu gosto!". As duas bombas rompidas e uma das que pousou com segurança foram localizadas em vinte e quatro horas. Porém houve uma extenso consternação a respeito da quarta, que caiu no mar e se tornou conhecida como a bomba-H "perdida". A Marinha americana enviou mais de vinte embarcações, incluindo desmontadores de minas e submarinos, numa tentativa de encontrá-la.


Moran. "Quando eles estavam procurando, havia assim como navios espiões soviéticos circulando - e os soviéticos tinham tecnologia submarina", reitera. Quatro meses depois, quando o serviço de limpeza do solo estava terminando, a bomba perdida foi enfim resgatada de uma profundidade de 869 metros. Marinha americana até deste modo. Em Palomares, os EUA e a Espanha concordaram em financiar exames anuais nos moradores e monitorar o solo, a água, o ar e os cultivos locais.


Nunca houve evidências de que alguém tenha construído dificuldades de saúde em resultância do imprevisto. A água e os alimentos se mantêm limpos. Quase todos prontamente haviam se esquecido de Palomares, mas os moradores da cidade. Segundo eles, a operação de limpeza americana esqueceu de algumas áreas de contaminação. José María Herrera é um jornalista ambiente que vem lendo o acaso desde os anos 1980. Ao lado de uma encosta com vista para 3 áreas cercadas ainda contaminadas, ele aponta pra uma cratera, onde uma das bombas caiu. Na verdade, a quantidade real de plutônio ainda no lugar é penoso de ser estabelecida, porque os Estados unidos nunca disseram quanto as bombas carregavam no começo.


O pesquisador espanhol Carlos Sancho estima que entre 7 e 11 quilos do material acabou no solo. Mas Sancho, causador da região de Palomares no Departamento de Energia da Espanha, confessa que não há riscos à saúde. Em Palomares, não se poderá caminhar, plantar ou elaborar na área cercada. Os moradores locais reclamam de que a simples menção à história na mídia prejudica o turismo e que sem a publicidade negativa, Palomares poderia ser tão popular quanto sua vizinha mais famosa, Marbella. A comunidade se sente presa. Se os moradores reclamam, o incidente volta às manchetes e há uma queda no número de visitantes e uma queda nos preços que os agricultores locais conseguem para sua produção.



Add comment



Partnerzy platformy czasopism