Reader Comments

Os Cuidados Que Os Gatos Precisam

"Joao Caua" (2018-06-16)

 |  Post Reply

por favor

Você volta para casa e diz um alô carinhoso ao teu gato, contudo ele não move uma pata, simplesmente te olha da janela. Dali a insuficiente, você está escrevendo um e-mail significativo. O gato escolhe passear pelo teclado do seu pc - você perde tudo o que escreveu. Gatos: Tão adoráveis. E tão irritantes. O caso é que, apesar de estarem entre os mascotes mais famosos, os gatos têm, historicamente, reputação de distantes e egoístas, essencialmente se comparados ao "melhor colega do homem" - o cachorro.


Essa má reputação se justifica? Não de todo, dizem os especialistas. Eles comprovam que os gatos domésticos guardam algumas das características de seus ancestrais, os gatos selvagens, criaturas muito solitárias. O problema, revelam, é que desde que passaram a conviver com humanos, há nove 1 mil anos, os gatos nunca foram totalmente domesticados. Pra surgir a essa conclusão, o pesquisador Wesley Warren, da Faculdade Washington em St. Louis, nos EUA, realizou, ao longo de 2 anos, o superior estudo genético sobre isto gatos domésticos de imediato feito.


Depois, ele comparou o DNA dos gatos domésticos ao dos gatos selvagens. E concluiu que os genes dos selvagens não diferem em tão alto grau dos domésticos quanto os genes de lobos clique em próximo post ligação aos do cachorro (o lobo é, geneticamente, um antepassado do cachorro). Acredita-se que os cachorros tenham começado a conviver com humanos há por volta de 17 1000 anos. Aos poucos, foram ensinados a caçar, cuidar de rebanhos e das casas de seus donos.


  • 23 Link quebrado quatrorze

  • Produtos lácteos

  • Gosta de mandar nudes

  • Agência Lupa

  • vinte e nove "Bochechas do Mal / Quem Planta, Colhe"

  • Não faria sexo embaixo do edredom

  • O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto

O modo de domesticação dos cachorros também envolveu aconselhar cães a ser sociáveis, leais e obedientes. Os gatos têm fama de egoístas, entretanto será que isto é verdade? Outros especialistas, entretanto, discordam do termo "semidomesticado". Melinda Zender, pesquisadora do Departamento de Antropologia do Museu de História Nacional de Washington, nos Estados unidos, comentou que os gatos "estão inteiramente domesticados". Outra causa que explica o aparente "egoísmo" dos gatos, segundo Turner, é que no caso dos cachorros e cavalos, os humanos facilitaram a reprodução de algumas raças por apresentarem maior "afinidade" com humanos.


A seleção de raças de cachorros, cavalos e de gado vem sendo feita há 500 anos. No caso dos gatos, a prática é mais recente, tem no máximo 200 anos. Turner declarou categoricamente que os gatos não são egoístas - simplesmente mantiveram sua independência, principalmente na ausência de seleção de raças (pelos humanos). Eles "escolheram" viver conosco, disse o professor. Quem sabe a pequena variante genética clique em próximo post relação aos gatos selvagens possa esclarecer por que os gatos retiveram certas características que lhes permite sobreviver mais com facilidade do que outros mascotes sem assistência humana. Por exemplo, gatos têm o espectro auditivo mais extenso de todos os carnívoros e conseguem visualizar à noite, o que lhes permite detectar mais facilmente sua presa. E, por não dependerem da comida que recebem dos humanos, podem sobreviver mais com facilidade sem eles. Para conhecer um pouco mais desse assunto, você pode acessar o blog melhor referenciado nesse cenário, nele tenho certeza que encontrará novas fontes tão boas quanto estas, olhe no link nesse web site: clique em próximo post. O especialista tem novas dicas pra amantes de gatos. Não se emocione se alguma vez um gato lhe trouxer um rato falecido "de presente", alegou.


O diário tem êxito como um relatório de a quantas anda o casamento. Pelo meio do romance, tudo desanda quando Tito começa a traçar rotas de fuga daquele universo a 2 e consequentemente desaparece do diário. Os filmes velhos dão ambiente ao videogame, a cerveja com amigos outrora irrelevantes. Um dos pontos intrigantes do livro é tua inexistência de descrições. Passamos a história inteira enfurnados num apartamento com um homem e uma mulher, entretanto chegamos à última página incapazes de explicar como eles são fisicamente, ou como é o apartamento. Sabemos que Lia ama calças de moletom e das melhorias feitas pela moradia sem nunca sabermos quantos anos ela tem, ou quantos quartos tem o imóvel. Isto cria alguns efeitos curiosos. No momento em que Tito começa a ir longo tempo no computador, tendo como exemplo, é como se aquele cômodo —o quarto do computador— tivesse surgido do nada, desemparado-se do nada. O leitor não sabia que ele estava ali, e quem sabe a narradora também mal o notasse.



Add comment



Partnerzy platformy czasopism