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Moradores De Cotia Se Unem Pra Tomar conta Do Parque Cemucam - Morar

"Paulo Guilherme" (2018-06-13)

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Montado em 1968, o Cemucam tem tua origem numa permuta entre a Prefeitura de São Paulo e a Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab-SP). Esta era dona do terreno em Cotia e o cedeu à administração municipal em troca de outro terreno, em Carapicuíba, na Extenso São Paulo. Em 2013, depois do começo de conversas pra doação do parque à Prefeitura de Cotia, os moradores do município passaram a se demonstrar contra a ideia.


Os moradores conseguiram barrar a transferência. Hoje, a agregação conta com presidente, vice-presidente, diretores e conselheiros, que participam de reuniões mensais com a administração do parque e a SVMA pra manter o espaço em ordem. Hoje em dia, o espaço, que tem 500 1000 metros quadrados (cerca de um terço do tamanho do parque Ibirapuera), abriga 120 espécies de fauna e vegetação mantida da mata atlântica.


Carlos Nascimento, 55, primeiro secretário da AAPC e presidente escolhido pra próxima gestão, que terá começo em 2018. As eleições são acordadas na própria população. Cerca de 300 moradores assim como se organizaram, no primeiro semestre do ano, para um mutirão de poda de árvores, coleta de lixo e limpeza dos banheiros. Em novembro, a Prefeitura de São Paulo fechou novos contratos.


Ela domina e emprega bem os beats internacionais do techno e house, porém percussão e vozes masculinas e femininas norte-africanas a toda a hora ocupam o primeiro plano em teu som - o que para a DJ nada precisa de exótico. O produtor de techno de Detroit teve seu catálogo homenageado esse ano com "Versus", um álbum de arranjos orquestrais para suas composições. Cinco tecladistas o acompanharam simplesmente clique no seguinte página da web palco pra tocar as faixas ao vivo (com socorro, teoricamente, das porções orquestrais de algumas faixas), simplesmente clique no seguinte página da web tempo em que Craig disparava os beats.


O arranjador, Francesco Tristano, ao piano, acrescentou alguns toques de improviso. Foi um lembrete de que o techno e o minimalismo clássico nunca estiveram dessa forma tão distantes. O Nonotak é uma dupla visual e de música: o arquiteto e músico japonês Takami Nakamoto e a ilustradora francesa Noemi Schipfer. X que reluzia com padrões geométricos cada vez mais complexos, em preto e branco, que culminavam em uma espécie de Op-Art estonteante.


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As imagens estavam sincronizadas a um acompanhamento musical que a princípio parecia monocromático - assobios, zumbidos, estalidos, assopros - no entanto acababou por tornar-se um universo em si. Uma correnteza profunda unia as porções do set de Nosaj Thing (o produtor Jason Chung, de Los Angeles). Os tempos lentos pareciam ainda mais lentos, quase sonâmbulos, mesmo com alguns vislumbres de percussão em estilo trap. Os samples ecoavam cruzando o beat, sem pressa de aparecer a cada ambiente específico. O acompanhamento visual do artista japonês Daito Manabe só reforçava essa intuição de ondulação suspensa. O Sónar guardou espaço para música de câmera clássica acompanhada por uma penumbra de efeitos eletrônicos. Os 3 integrantes do Matmos dividiram o palco com um a máquina de lavar.


Ainda em vista disso, segundo Robert Schuster, diretor do Instituto de Tecnologia da Borracha em Hannover, a utilidade do objeto não ia muito além de botas impermeáveis, bolsas de água quente e capas de chuva "contra o tempo de Londres. Não tinha muita graça". O próximo episódio expressivo nesta história vem com a invenção do automóvel, cerca de 1880. "Essa união, automóveis e rodas pneumáticas, tornou a borracha um objeto de fato estratégico", aponta Schuster. Entre os principais beneficiados pelo aumento da procura foram os chamados "barões da borracha" do Brasil, único espaço onde cresciam seringueiras, pela época.


Isso resultou em fortuna incomensurável pros detentores do monopólio, culminando com a majestosa residência de ópera de Manaus, em plena selva amazônica. Essa dependência incomodava os países industrializados. Se quiser saber mais informações a respeito nesse cenário, recomendo a leitura em outro ótimo blog navegando pelo link a a frente: simplesmente clique no seguinte página da web. Até que um inglês conseguiu contrabandear pra fora do Brasil 70 1000 sementes da seringueira. Desse jeito, no princípio do século vinte, as árvores da borracha passaram a ser cultivadas em amplo estilo nas colônias inglesas no Sudeste Asiático, onde até hoje se concentram os maiores produtores de látex.


O monopólio brasileiro fora rompido. Porém, permanecia a dependência de algumas poucas fontes, e também grandes oscilações de preço e propriedade. Foi quando o fabricante de tintas alemão Friedrich Bayer, de Elberfeld, começou a se perguntar: será possível substituir o extrato da seringueira por uma possibilidade artificial? E prometeu um prêmio em dinheiro ao químico de sua fábrica que encontrasse a solução.


Após anos de experimentos, Fritz Hofmann montou, em 1909, a borracha-metil. Segundo Robert Schuster, era a primeira vez que se imitava em laboratório um objeto natural. No entanto, o processo criado pelo químico da futura fábrica Bayer era trabalhoso excessivo para fabricação em vasto escala; só a sinopse exigia semanas. Apenas no final da década de vinte o químico Walter Bock chegou a uma escolha melhor: o polibutadieno, uma união de butadieno e sódio, abreviada como "Buna". Os nazistas, ao assumirem o poder na Alemanha em 1933, perceberam imediatamente o potencial do novo material. Sem dúvida, tratou-se bem como de uma consideração estratégica, pois que a realização do látex natural estava pela mão de nações inimigas como a Inglaterra e a França.



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