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Líderes Do MBL Defendem Privatização Da Petrobras E Chamam Rede De 'estelionato

"Paulo Gabriel" (2018-04-16)

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SÃO PAULO - O protesto "vazio" do último domingo foi somente um "esquenta" pra grandes manifestações convocadas pra treze de março do ano que vem, dizem os líderes do MBL (Movimento Brasil Livre), Kim Kataguiri e Renan Santos. Para as próximas mobilizações, eles esperam descrever com uma quantidade ainda superior de manifestantes do que a vista nos atos de março, abril e agosto desse ano.


Segundo eles, até que chegue o instante destes grandes protestos, a ideia é fazer um potente ativismo de guerrilha para pressionar políticos a continuar com o andamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Quer saber onde investir em 2016?mais sugestőes Veja no Guia InfoMoney clicando aqui! InfoMoney: Como vocês avaliam o esvaziamento dos protestos nesse domingo, vocês neste instante esperavam que fossem menores pelo pouco tempo que houve para divulgar os atos?


Renan Santos: Bom, a gente aguardava menos gente ainda do que foi. Acabou sendo bastante impressionante a gente ter conseguido mobilizar uma quantidade tão extenso de pessoas em menos de duas semanas. IM: Ao mesmo tempo em que vocês fizeram essa manifestação, o PT convocou uma outra manifestação pro dia 16, que eles esperam que seja até maior do que a de vocês. Vocês têm algum receio de perder potência caso isto aconteça? RS: Eles fizeram 3 manifestações antes dessa tentando espelhar a nossa e todas foram infinitamente menores.


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A última manifestação que a gente fez na Paulista foi superior do que a do Fora Collor. Um esquenta chamado com oito dias de antecedência foi superior do que o Fora Collor. Eles não entendem a medida disso. O PT não consegue fazer isto pelo motivo de não têm participação popular. Kim Kataguiri: Não existe mobilização de população civil, existe mobilização de militância partidária e de movimentos sociais, que é um público que está fixo lá, não é ninguém que eles irão convencer.


IM: Vocês de imediato esperavam a abertura do método de impeachment? RS: A gente trabalhava com a data de 21 de outubro que era sem levar em conta um acordo entre o Eduardo Cunha e o governo, mas tiveram conversas bem profundas nesse significado. IM: Na proximidade do recesso parlamentar? RS: Isso. Essa virada de ano, o recesso, a votação da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), tudo isto foi muito inoportuno. Não é politicamente intrigante, entretanto a gente tem que trabalhar com a realidade que nós temos. IM: A postura do MBL em ligação ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) mudou?


Ou vocês sempre tiveram uma visão crítica em conexão a ele? IM: Como voês receberam a notícia de que o PSDB está unificado em volta do impeachment? RS: Foi uma decisão atrasada e, mesmo desta forma, com qualquer um com a tua intensidade de vontade de impeachment. Ficou claro que o PSDB foi empurrado ladeira acima. Claro que existem figuras boas no partido como o Carlos Sampaio (PSDB-SP) e o Bruno Araújo (PSDB-PE).


São pessoas que trabalharam super bem. Não podemos conversar o mesmo de José Serra (PSDB-SP), de Fernando Henrique Cardoso ou de um Aécio Neves (PSDB-MG). Eles perderam o bonde da história já. As pessoas não estão atribuindo a eles a liderança do método. IM: E o que vocês esperam de um eventual governo Temer. Ele tem apoio para implementar uma mudança pela política econômica? KK: Se ele passar o impeachment, ele de imediato tem dois terços do Congresso.


Ele tem a liderança das duas casas. RS: Enxergamos uma euforia pós-impeachment que podes auxiliar de item unificador nacional. Tem um pacote de medidas econômicas muito boas no programa "Ponte pro Futuro" do PMDB.top artigo Vai poder dirimir os efeitos da crise. Nosso trato é apoiar tudo aquilo que diminua o tamanho do Estado e aumente a independência econômica. Se for primordial faremos o combate público a pessoas que sejam contra este movimento.


Assim se o Temer for privatizar corporações públicas, uma questão que nós defendemos e que as pessoas pediram nas últimas manifestações, como a privatização da Petrobras e dos Correios, nós o apoiaremos. Ele estaria em um momento muito propício às reformas. Acabei de me lembrar de outro web site que assim como poderá ser útil, veja Mais sugestőes sugestões nesse outro artigo Mais sugestőes, é um ótimo blog, creio que irá querer. IM: Nesta charada de política econômica, vários economistas falam de reforma pela previdência e pela desindexação do Orçamento. Você descobre que com o PT na oposição o Temer seria capaz de fazer isto? RS: Não tenho dúvida que ele vai pra cima disso e que é perfeitamente possível destinar-se pro enfrentamento nesses assuntos.


Ninguém previa um movimento civil pró-impeachment que saísse sem dinheiro e sem base na população civil organizada, como essa de ninguém prevê que possamos fazer um debate a respeito da previdência em alto nível e com a participação popular. É possível debater a previdência começando pelos exageros dos gastos no judiciário, pelo exagero no gasto com militares. Existe claramente um descompasso entre a previdência pública e a privada, sendo que a pessoa que trabalha em uma corporação privada vai captar que há uma injustiça e não vai aderir ao discurso do PT na oposição gratuitamente.


KK: É possível não só terminar com o prejuízo no enorme período como transformar a previdência em alguma coisa lucrativo como o Chile e a Suécia conseguiram, baseando a previdência em poupança e não em dívida. Você tem na Suécia a opção de 600 fundos de investimento e a pessoa que coloca o dinheiro dele ali não está pagando por uma pessoa de uma formação anterior.


Não é uma previdência que se baseia numa pirâmide geracional. É uma que se sustenta pelos seus próprios dividendos. Se o governo quiser entrar em um debate destes será ótimo. RS: o problema é que o governo quer escolher quanto vai render a tua previdência. IM: Vocês acreditam que o PSDB conseguirá migrar para a oposição com o objetivo de se viabilizar em 2018 ou vocês acham Mais sugestőes provável um acordo que deixe Temer no governo do estado de SP e Aécio na Presidência?


KK: É mais viável que eles se unam cerca de um acordo. É muito mais o modo do PSDB do que apadrinhar uma presença combativa. RS: E o PSDB não vai virar oposição com o bloco inteiro. Partidos como o PSDB, o DEM e o PSC não vão permanecer eclipsados pelo PT e na Rede Sustentabilidade, que serão as estrelas da oposição.



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