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Os Melhores Exercícios Para Perder Barriga

"Claudio" (2018-04-15)

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Pessoalmente, Patrícia Ayres é uma figura agoniada, falante, muito engraçada. Exatamente o oposto do personagem que a celebrizou na Televisão, na sua curta carreira de atriz mirim. Na novela "A Pequena Órfã" (Teixeira Filho, 1968), Patrícia levava milhões de telespectadores a chorar copiosamente no horário nobre. Fazia o papel de Toquinho, uma pobre garotinha que fora abandonada pelos pais e acabou nas mãos da malvada Elza (Riva Nimitz), uma mulher que explorava criancinhas e as obrigava a solicitar esmola pela estrada. A todo o momento que podia, Toquinho fugia para a casa do caridoso Velho Gui (Dionisio de Azevedo), que tentava protegê-la, em irão. A garota acabava sendo descoberta por Elza, que lhe aplicava surras homéricas. Foi ao ar pela extinta Televisão Excelsior e, 3 anos depois, repassada na Globo.


Eu passava a novela inteira apanhando, ou fugindo da Elza. Todo mundo chorava, inclusive eu", conta ela, rindo muito. Aquilo tudo era horrível. Pela data, quase não havia atrizes mirins, eu fui a primeira com aquele destaque, por isso ficava ainda mais exposta. Não podia sair pela via pelo motivo de vinha uma multidão atrás de mim; recebia ameaça de sequestro e, pela faculdade, tinha de permanecer na sala da diretora durante o recreio", lembra Patrícia, hoje com 55 anos. A novela era um fenômeno de audiência. No auge do sucesso, um jornal publicou na capa que os 2 maiores salários do estado eram o de Pelé e o de Patrícia.


A Riva Nimitz ficou com tanta raiva que fonte se descontrolou em uma cena e me empurrou de verdade, com muita dureza. Eu bati com a boca em um móvel e quebrei os dois dentes da frente", lembra. Tiveram de parar tudo, imagina, eu chorava muito! Naquele tempo, as crianças eram garotas mesmo. Pela ocasião, ela tinha cinco anos. Em 1968, antes de estrelar "A Pequena Órfã", ela fez a personagem Miita em "O Justo dos Filhos" (Teixeira Filho). A dada altura, quando saiu de São Paulo para atravessar um desfecho de semana na moradia de uma tia, surgiu no jornal a notícia de que ela havia sido raptada.


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Quando chegava carta um pouco mais pesada em casa, minha mãe abria no quintal, com pavor do que pudesse estar lá dentro", conta. Nos bastidores, tudo era "assustador". Eu tinha pânico da mão daquele ator… Castro…(ela só consegue se lembrar dos protagonistas: no caso, era Castro Gonzaga). Era espaçoso. O Sérgio Cardoso me colocava no colo e tirava o olho de vidro dele pra fazer graça, eu ficava assombrada! Percy Ayres tinha muito orgulho da filha. Minha mãe era nordestina, e fonte meu pai, alemão; eu era a única loira das cinco filhas. Ele me levava com intenção de pequeno e com o intuito de cima como se fosse um troféu." Isso só tornava as coisas mais complicados.


Patrícia não tinha espaço para dizer que não queria mais fazer novela. Para não manifestar que não sobrou concretamente nada que valesse à pena conversar, ela lembra com muito admiração de tua amizade com a atriz Leila Diniz, que encabeçava o elenco de "O Certo dos Filhos". O espírito libertário de Leila encantou a moça, que se sentia literalmente sufocada naquele lugar. Eu tinha crises de asma de encaminhar-se parar no hospital. A Leila me protegia, me ensinou a ser independente, dizia pra eu nunca deixar que ninguém gritasse comigo.


Ficamos muito amigas. Ela mandou fazer uma passagem do meu estúdio até o dela, para eu escapar com finalidade de lá caso estivesse em apuros. Se eu me sentia muito exausta, ela me levava para ingerir "barquinha" (pão pela chapa)." No momento em que Leila morreu, em 1972, em um desastre de avião, tiveram que ceder a notícia "aos poucos" para Patrícia. Aproveitando a oportunidade, visualize também esse outro web site, trata de um conteúdo relativo ao que escrevo nesta postagem, poderá ser proveitoso a leitura: fonte. Muito próxima de sua irmã Bárbara, um ano mais nova, Patrícia impunha como circunstância para deslocar-se pro estúdio que ela bem como fosse.


Eu era agradecida a estar nos bastidores o tempo todo", lembra Barbara. Nunca me esqueço de uma cena com a Cacilda Becker, ela era uma professora de balé, e eu quietinha assistindo. A Cacilda Becker imediatamente me pegou e rodopiou. Pra dar uma tamanho do prestígio de Patrícia, o "reclame" da novela trazia uma foto dela, e não dos astros que encabeçavam o elenco — Maurício do Valle, Renée de Vielmond e Castro Gonzaga.


Eu apresentava um quadro no programa do Silvio Santos com o Guto, filho do Moacyr Franco, que era um pesadelo. Eu vomitava e fazia cocô pela calça. E quando eu tive de dançar com o Nélson Ned? Ao todo, foram 7 novelas e um filme (a versão cinematográfica de "A Pequena Órfã"). O "basta"de Patrícia foi aos onze anos, no momento em que ela bateu o pé e falou que já era bastante. Segundo dona Nair, a mãe dela, "a início, aquilo parecia uma brincadeira, as cenas eram fácil, porém com o tempo foi ficando pesado pra ela". Virou uma responsabilidade, uma tarefa. E tinha a instituição de ensino, assim como, onde a vigilância era vasto já que eles tinham terror do convívio. As algumas crianças tiravam sarro.


Falavam que um dia ela era órfã, no outro miliardária. Dona Nair conta que a filha estava ainda mais assustada. Ela chorava fazendo os personagens e assim como porque não queria fazê-los. Ao mesmo tempo, pela rua, as pessoas queriam tocar nos lugares onde a Patrícia passava. Um dia, ela falou: ‘Pai, eu não pretendo mais’. O espectro da Tv ainda perseguiu Patrícia Ayres por quase dez anos. Eu imediatamente tinha tipo 20 anos, no momento em que o Dennis Carvalho (diretor da Globo) me chamou para fazer um papel em ‘Voltei afim de Você’ (1983, Benedito Ruy Barbosa).


Pituca extenso. Meu pai ainda tinha expectativa que eu topasse, porém eu dizia: ‘Pai, eu não vou permanecer dando bicota em um galã que eu nem ao menos conheço, Deus me livre’. Eu gostava de bagunça, de beber com as amigas, de pegar meus surfistas! Patrícia marcou a discussão com o website numa "padaria artesanal" em Perdizes, zona oeste de São Paulo. Ela conta que há até 4 anos tinha 28 quilos a mais, era sedentária, e não saía de moradia sem a bombinha para a asma.



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