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Jornal O Mossoroense

"Pedro Enzo" (2018-06-16)

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As obras de saneamento de São José de Mipibu continuam com os trabalhos pela Estação de Tratamento de Esgotos (ETE), na via Sítio Pituba, pela saída da cidade. A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Vasto do Norte (Caern) neste instante implantou oitenta e um por cento dos dezoito.303 metros de tubulação prevista nas principais ruas e avenidas Acontecendo nesta página do centro e adjacências. Os dejetos coletados nas áreas saneadas de São José de Mipibu serão conduzidos até a ETE para tratamento, utilizando três lagoas de estabilização, agora escavadas.


A Caern instalou mais de 200 poços de visita que são pontos utilizados no acesso à tubulação de esgotos e está trabalhando nos taludes que são paredes inclinadas revestidas de concreto. Paralelo a efetivação da obra, a Caern encaminhou à Caixa Econômica Federal (CEF), os estudos para realizar drenagem superficial dos líquidos e dos gases no subsolo da ETE, a encerramento de impedir transformações pela suporte das lagoas no momento em que estiverem operando. A organização está aguardando a aprovação da CEF para concluir os trabalhos da estação.


A Caern implantou quatrorze.815 metros de rede coletora, sendo 1000 metros no decorrer da marginal da BR-101, no significado São José-João Pessoa, e o restante nas ruas e avenidas da cidade. Segundo dicas do gerente de Obras, engenheiro Alvamar Cirne, foram executados trinta por cento dos 4.417 ramais previstos, sendo 348 do tipo usual e quatro.069 condominial. De acordo com o cronograma da Gerência de Obras, a conclusão dos trabalhos deve ocorrer este ano.


  • 10 - Ausência de licença ou desvirtuamento da licença concedida em caso de realização de
  • 1 und SOLO 330 - Equipamento para Teste de Detectores
  • 02 Colaboração Patronal Esperto Militar
  • 3 Tratamento e dedicação dos resíduos sólidos
  • Título da publicação
  • 13 - Reincidência de Multa
  • Pimenteira - Mollinedia oligantha Perkins (MONIMIACEAE)

Desse modo, por esse ponto, sabe-se referir-se de rochas brandas. Mesmo por causa de a escavação através de rompedores (técnica da Casan para rochas brandas) se enquadra ao modo utilizado em Floriano. Esse é o caso do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - Dnit, da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba - Cagepa e da Secretaria de Planejamento do Governo de Pernambuco - Seplan/PE. Compreende os aparato vulgarmente denominados "terra" e "moledo", abrangendo, além de outros mais terra em geral, argila, areia, cascalho solto, xistos, grés mole, seixos e pedras com diâmetro inferior a 0,15m, piçarra e rochas em adiantado estado de decomposição.


Compreende os objetos vulgarmente denominados "pedra solta" e " rocha branda ", abrangendo entre outros, seixos e pedras com diâmetro superior a 0,15m e volume inferior a 0,50m³, rochas em decomposição e as de agressividade inferior a do granito. Compreende os instrumentos vulgarmente denominados de "rocha dura", englobando, entre outros, blocos de pedra de volume superior a 0,cinquenta m3, granito, gneiss, cienito, grés ou calcáreo duros e rochas de hostilidade igual ou superior à do granito . O retorno, por este tópico da instrução, às definições e conceitos do Dnit, que são seguidos pela Cagepa e pela Seplan/PE, não representa contestação ao conhecimento manifestado no Acórdão 1890/2011-TCU-Plenário e no respectivo Voto.


Isto é, não se pretende especificar os aparato escavados de Floriano em 1ª, 2ª e 3ª categorias, contudo utilizar esses conceitos a fim de que se chegue a uma conclusão adequada pro caso concreto. Registre-se que, apesar de o Dnit tratar de obras rodoviárias, inmensuráveis conceitos elaborados nesse departamento são considerados compatíveis com as obras de saneamento. Prova disso é a vida de especificações técnicas, como as da Cagepa e da Seplan/PE, destinadas a obras de saneamento que seguem, quase literalmente, os conceitos do Dnit.


Acrescente-se que, em ambas as obras (rodoviárias e de saneamento básico), numerosos serviços são comuns e utilizam os mesmos instrumentos e procedimentos de efetivação. Tais como, por este caso concreto, são analisadas escavações em valas em Floriano que assim como são obras correntes em rodovias e, em vista disso, os conceitos relacionados a esses serviços são capazes de ser utilizados nas duas espécies de obras. Diante disso, serão analisados os conceitos relacionados à classificação dos objetos escavados do Dnit, seguidos na Cagepa e pela Seplan/PE, de modo a melhor definir o artefato das escavações feitas em Floriano, de acordo com a planilha contratual desta obra. Diante disso, partiu-se para a realização de pesquisas que pudessem caracterizar os arenitos em relação aos granitos.


Caso as pesquisas indicassem que os arenitos são a toda a hora menos resistentes que os granitos, haveria fortes indícios de que as rochas de Floriano poderiam ser enquadradas como brandas nos conceitos do Dnit, da Cagepa e da Seplan/PE. Variando de 141 a 219 MPa. Os dados retro revelam existir publicações em que os arenitos e os granitos se apresentam em faixas comuns de resistência.


Não obstante, em geral, os arenitos são menos resistentes que os granitos. Se quiser saber mais sugestões sobre isto deste conteúdo, recomendo a leitura em outro fantástico website navegando pelo hiperlink a a frente: Acontecendo nesta página. Diante disso e do acontecimento de que não há nos autos e no projeto essencial elementos que possam conservar à conclusão de subsistência de rochas duras, entende-se que o critério geral necessita prevalecer neste caso. Ou seja, as rochas de Floriano seriam brandas. A caracterização das rochas de Floriano para fins de escavação deveria ser parcela integrante do projeto essencial da obra. Entretanto, não há elementos nos autos quanto a este aspecto.


Diante disso, partiu-se pra análise desse cenário pelo exame das características da rocha daquele lugar combinada com a visão dada pelas entidades executoras de obras quanto à classificação dos utensílios escavados. A par dessa situação, as rochas de Floriano foram caracterizadas primeiramente como arenito. Esse episódio ocorreu a começar por declaração da própria Codevasf, corroborada pelas sugestões do Mapa de Geodiversidade do Estado do Piauí e pelas verificações feitas in loco pelos auditores do TCU. A análise dos normativos da Embasa, da Caema, da Sanepar e da Cagece evidenciou que o arenito estava citado textualmente nas suas classificações como objeto rochoso brando, indicando que as rochas de Floriano são brandas.


Outrossim, essas entidades em conjunto com a Casan e com o Orse possibilitam que as rochas sedimentares sãs sejam classificadas como duras. Mas, essa possibilidade não está amparada em detalhes do projeto essencial ou de infos constantes destes autos. Desta maneira, como não há elementos que possam enquadrá-las como duras, sabe-se que são brandas. As classificações adotadas Acontecendo nesta página pelo Dnit, pela Cagepa e na Seplan/PE adotam como delimitador entre rochas duras (3ª classe) e brandas a resistência do granito.


Foi verificado que, em especificação, os arenitos são menos resistentes que os granitos. Diante disso e do acontecimento de que não há nos autos e no projeto essencial elementos que possam preservar a conclusão de vivência de rochas duras, entende-se que o fundamento geral precisa sobressair nesse caso. Ou melhor, as rochas de Floriano seriam brandas. A estas análises, devem sem somadas as características dos utensílios oriundos das escavações das rochas de Floriano.



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