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Desastre Em Minas Gerais Mostra Que Brasil Não Tem Líder

"Paulo Heitor" (2018-06-13)

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Não sabemos o que deu errado pela mina no Sudeste do Brasil no dia 5 de novembro. Não sabemos o que causou a ruptura de duas barragens que inundaram uma cidade com lama e resíduos da mina. Até de imediato, oficialmente morreram 9 pessoas, dezenove estão desaparecidas e a lama está contaminando o solo e a água potável, quem sabe por centenas de quilômetros. Sabemos o que deu incorreto após o desastre.


A resposta do governo nacional para o desastre, ou a inexistência de resposta, imediatamente é um estudo a respeito do que não se tem que fazer. Durante dias, sempre que as equipes de resgate procuravam sobreviventes, as autoridades nacionais brasileiras não falaram quase nada. O promotor estadual de Justiça do Meio ambiente, Carlos Eduardo Ferreira Pinto, declarou que o desastre não foi um acaso; reguladores estaduais suspenderam a licença da mina.


O silêncio de Brasília, porém, soou incomum. Só pela quinta-feira passada, sete dias após a tragédia, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi até a região atingida, e mesmo deste jeito examinou a devastação de um helicóptero. Deepwater Horizon da BP em 2010, que matou 11 pessoas e derramou saiba mais de 3 milhões de barris de petróleo no Golfo do México.


Dilma poderia ter olhado, em vez disso, pro Chile. Desde que o escândalo de corrupção pela Petrobras estourou, no começo do ano passado, Dilma parece decidida a fazer o oposto. Um manto de questões paira a respeito da catástrofe mineira. Como é que duas barragens "totalmente seguras" segundo as autoridades locais romperam? Acabei de lembrar-me de outro web site que também poderá ser benéfico, leia saiba mais informações por este outro postagem saiba mais, é um prazeroso site, creio que irá amar. Por que as pessoas no caminho do perigo não foram avisadas e evacuadas a tempo? Dilma não foi pessoalmente causador da tragédia de 5 de novembro, nem sequer ninguém espera que ela mesma investigue o que aconteceu. Esta coluna não reflete obrigatoriamente a opinião do conselho editorial nem ao menos da Bloomberg LP e de seus proprietários. É hora ou não é de comprar ações da Petrobras? Você investe pelo banco?


A invasão da área inflamada por neutrófilos é a segunda linha de defesa. Dentro de certas horas ocorre neutrofilia, caracterizada pelo acréscimo agudo dos neutrófilos no sangue. Uma segunda invasão do tecido inflamado por macrófagos constitui a terceira linha de defesa. O acréscimo da criação de granulócitos e monócitos constitui a quarta linha de defesa. O controle da resposta dos macrófagos e neutrófilos na inflamação ocorre a começar por substâncias como o fator de necrose tumoral e a interleucina-1. Os eosinófilos normalmente constituem dois a 3 por cento de todos os leucócitos sanguíneos. Eles são fracos como fagócitos e apresentam pouca quimiotaxia.


  • Dez/2010. 5.Seis Resolução da ANVISA nº quatrorze/2010. Cinco.7 Resolução da ANVISA nº dezoito/2010
  • Tema do relatório/projeto
  • 03 TUBO DE PVC PERFURADO OU NAO D=0,10M
  • Mochila Casual
  • O glucagon aumenta a liberação de glicose do fígado para os líquidos corporais
  • 5 Impermeabilização ...51
  • 17 que possam esclarecer as principais questões surgidas nas corporações

Por outro lado, os eosinófilos são usualmente produzidos em número muito alto em pessoas com infestações parasitárias, migrando pros tecidos acometidos pelos parasitas. Bem que os parasitas sejam, em maioria, grandes além da medida pra serem fagocitados pelos eosinófilos, ainda deste modo os eosinófilos fixam-se aos parasitas e liberam substâncias que matam vários deles. Os eosinófilos bem como têm propensão especial a se acumular em tecidos em que ocorreram reações alérgicas como os tecidos peribrônquicos de pessoas asmáticas, pela pele após reações cutâneas alérgicas e por isso por diante. Os basófilos são parecidos aos mastócitos e, como este os mastócitos, liberam heparina no sangue impedindo a coagulação e acelerando a remoção de partículas lipídicas após refeição rica em lipídios.


Ocasionalmente observa-se uma afecção clínica conhecida como leucopenia ou agranulocitose, na qual a medula óssea para de gerar leucócitos deixando o organismo desprotegido contra bactérias e outros agentes capazes de invadir os tecidos. As leucemias são divididas em 2 tipos gerais: as leucemias linfogênicas e as leucemias mielogênicas. As leucemias linfogênicas são causadas na descontrolada geração cancerosa de células linfóides, elaboração essa que usualmente se inicia num linfonodo ou num outro tecido linfogênico e subsequentemente se dissemina pra outras áreas do organismo.


Pela leucemia, muito comumente, desenvolvem-se infecções, anemia sério e tendência hemorrágica ocasionada pela trombocitopenia. Esses efeitos decorrem principalmente da substituição da medula óssea normal pelas células leucêmicas não funcionais. Quem sabe o mais improtante efeito da leucemia a respeito do corpo seja o consumo exagerado de substratos metabólicos pelas células cancerosas em desenvolvimento. O corpo humano tem a técnica de resistir a quase todos os tipos de organismos ou toxinas que tendem a lesar os tecidos e órgãos.


Essa prática é denominada imunidade. A imunidade adquirida desenvolve-se depois que o organismo é pela primeira vez agredido por um microorganismo ou por uma toxina bacteriana, com frequência levando semanas ou meses pra montar-se. Outra fração da imunidade decorre de processos gerais e não de processos dirigidos contra organismos patogênicos específicos. Essa é a chamada imunidade inata. Esse tipo de imunidade é denominado imunidade humoral ou imunidade de células B, em razão de são os linfócitos B que produzem os anticorpos.


O segundo tipo de imunidade adquirida é dado pela criação de grande número de linfócitos ativados particularmente destinados a destruir o agente invasor. Em tal grau os anticorpos como os linfócitos ativados são formados nos tecidos linfóides do organismo. Ambos os tipos de imunidade adquirida são induzidos por antígenos. Em geral, os antígenos são proteínas ou grandes polissacarídeos. O recurso de antigenicidade depende de grupos moleculares denominados epítopos.


A imunidade adquirida é artefato do sistema linfocitário do corpo humano. Os linfócitos se localizam predominantemente nos linfonodos, todavia também estão presentes em tecidos linfóides especiais como o baço, áreas situadas pela submucosa do tubo gastrintestinal e a medula óssea. O tecido linfóide do tubo gastrintestinal, por exemplo, é de imediato exibido aos antígenos que penetram pelo tubo digestivo. O tecido linfóide do baço e da medula óssea desempenha o papel específico de interceptar os agentes antigênicos que conseguem comparecer ao sangue circulante. Ambos os tipos de linfócitos originam-se no embrião a começar por células-tronco hematopoéticas pluripotenciais. Os linfócitos que são destinados à criação de linfócitos T migram primeiramente para o timo e são aí pré-processados.


Os linfócitos B, destinados a formar anticorpos, são pré-processados no fígado, nos meados da vida fetal, e pela medula óssea, no término da vida fetal e após o nascimento. Essa população de células foi originalmente descoberta em aves, nas quais o pré-processamento ocorre pela bursa de Fabrícius, uma suporte não encontrada em mamíferos. Após formados na medula óssea, os linfócitos T migram a princípio pro timo. Nessa glândula eles se multiplicam com rapidez e reagem com diferentes antígenos específicos. Estes tipos diversos de linfócitos T processados deixam desse jeito o timo e espalham-se por todo o corpo humano, alojando-se nos tecidos linfóides.


O timo assim como proporciona que os linfócitos T que ele produz não reagirão contra proteínas ou outros antígenos presentes nos próprios tecidos do organismo. O timo seleciona quais os linfócitos T devem ser liberados, primeiro misturando-os com virtualmente todos os "auto-antígenos" específicos existentes nos próprios tecidos do organismo. Se um linfócito T reage, ele é destruído e fagocitado, que é o que acontece com até 90% das células.



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