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Curiosidades Do Mundo Animal

"Caua" (2018-06-05)

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Em 2008 converti com sucesso minha turma canina pra Alimentação Natural crua (AN crua). Estava confiante e achei que era a vez de modificar assim como a dieta dos meus felinos - Arthur e Yoshi - que até deste jeito recebiam uma ração seca considerada de bacana propriedade. Esses gatos soltavam muito pelo, faziam cocôs bem formados, entretanto enormes e muito fedidos, e o Arthur (um Persa), produzia remelas escuras e grossas já depois de consumir a ração. Como se não bastasse, era custoso mantê-los no peso saudável. Eles pareciam inchados, com uma gordurinha pendular no abdômen. Optei por começar pela AN crua com ossos. Apresentei o conceito oferecendo a eles pedacinhos de frango cru. Ficaram curiosos, cheiraram bastante e até arriscaram colocar pela boca, contudo cuspiram tudo logo após, fazendo careta.


Era como se não fizessem a pequeno ideia de que forma encostar alimentos que não fossem os croquetinhos de ração seca. O acontecimento é que não sabiam mesmo, porque sempre comeram só ração. Entendi, naquele momento, que precisaria ser muito insistente. Seguindo dicas de adeptos experientes em AN para gatos, deixei minha dupla em jejum por doze horas para atiçar o apetite e depois ofereci ração úmida, aquela de latinha. Usei este tipo de ração para eles se acostumarem com comida de textura molhada e macia.


E funcionou. Aceitaram bem. Aos poucos, fui adicionando pedacinhos de carnes cruas à ração de lata e eles seguiram comendo. Ao longo de umas semanas, fui aumentando a quantidade e pluralidade de alimentos naturais picadinhos oferecidos, e reduzindo a quantidade de ração. Arthur era mais resistente. Comia sem muita empolgação e exibia uma clara preferência por carnes desossadas em detrimento dos ossos, vísceras e todo o resto. Logo ficou claro para mim que o melhor seria apadrinhar uma versão 100% triturada da dieta, com tudo misturado, pra evitar o Arthur de separar a carne do resto.


Foi o que passei a fazer. Destinei um anão mixer descubra esse aqui (processador) da Walita a essa tarefa e triturei ossos carnudos crus com carnes, vísceras e legumes. O Yoshi continuou comendo feliz da existência. Arthur aceitou melhor este patezão e os meses foram passando. Até o Arthur parar de favorecer. Eu preparava a comida fresquinha e servia na tigela de qualquer um. Yoshi comia uma boa parte e saía para sua voltinha. Arthur miava angustiado, indicando estar com fome, no entanto só aceitava uma bocadinha da comida. Não havia nada falso com ele - não estava com agonia, ou com defeito na boca, nada. Procurei diversificar mais os ingredientes e não adiantou. Parti pra versão sem ossos da dieta, a AN crua sem ossos. Aquecia, servia fria, adicionava caldinhos. Nada. Continuou comendo que nem sequer um passarinho.


E o pior: começou a perder gordura. Um dia, tendo cozinhado lentilhas pra mim, percebi que ele demonstrava interesse por elas. Servi um pouquinho de lentilhas cozidas a ele e, para a minha surpresa, Arthur devorou avidamente cada grão da leguminosa. Intuí que só podia ser saudade da ração seca. Devia encontrar que lentilha era um tipo de ração. Contudo eu não estava disposta a ceder tão facilmente. Comprei outras latas de ração úmida. Por conter aproximadamente 70% de água e menos carboidratos e conservantes, a ração úmida costuma ser uma opção de dieta mais saudável para o gato.


Felizmente - apesar de que eu não tivesse ficado nada feliz com isto - ele aceitou a ração de lata e voltou a se alimentar bem. Todavia minha sensatez em conexão à dieta do Arthur não durou muito. De novo começou a sobrar comida no prato. E com ração úmida não oferece afim de bobear: exposta ao ar livre ela desidrata e estraga, justamente por (normalmente) não conter conservantes e por ser úmida. Comecei a jogar um monte de ração úmida no lixo.


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Troquei as marcas, variei os sabores e nada do consumo do Sr. Arthur estabilizar. Foi nesta data que perdi o Yoshi - no momento em que saiu pra uma de tuas voltinhas e não retornou. Cheguei a um ponto em que o Arthur não me deixou alternativa. E então voltei à ração seca, arrasada. Ele, ao oposto, estava radiante. Ao ver de perto o pacote, só faltou cantar e ceder piruetas. Parecia um gato de propaganda de ração, de tão afoito com o intuito de despencar de boca nas bolinhas marrons.


Eu estava diante de um clássico e irrecuperável "junkie-cat" - um felino viciado em ração seca - e precisei aceitar isto. Seu estado geral, claro, voltou à ocorrência inicial: fezes volumosas e pestilentas de tão fedidas, olhos remelentos, queda regular de pelos e barriguinha saliente. Nos meus cursos brinco que o Arthur me obriga a destinar-se disfarçada pela loja de ração comprar os pacotes dele. Que o Arthur é a ovelha negra da família por tuas preferências alimentares.


Brincadeiras à porção, precisei aceitar que ele não pôde ser convertido. Nem ao menos a Pat Feldman, que oferecia às suas Persinhas uma mistura crua super boa de carne com gema de ovo e uns complementos, conseguiu convencer o Arthur quando ele ficou hospedado pela moradia dela enquanto eu viajava. Moral da história: a gente a todo o momento poderá (e precisa!) tentar variar a dieta dos bichanos pra uma opção natural. O encontro positivo na saúde geral deles é extravagante. Entretanto, mesmo com muita bacana vontade e persistência, não é sempre que a gente consegue convencer um felino adulto viciado em ração a abraçar uma dieta caseira. Com o Yoshi foi até descomplicado e deu correto - no mínimo até o pobrezinho desaparecer. Com o Arthur, não deu. Aprendi muito com ambos. Para saber um pouco mais nesse conteúdo, você poderá acessar o descubra esse aqui web site melhor referenciado nesse cenário, nele tenho certeza que localizará outras fontes tão boas quanto estas, acesse no hiperlink desse blog: descubra esse aqui.



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